Telemonitoramento auxilia ainda na formação de acadêmicos

REGIÃO - DA REDAÇÃO

Data 15/04/2023
Horário 04:07
Foto: Ector Gervasoni
Camille da Silva, estudante de Fisioterapia: “Trabalho que exige atenção máxima do aluno”
Camille da Silva, estudante de Fisioterapia: “Trabalho que exige atenção máxima do aluno”

A aluna do 3º termo de Fisioterapia, Camille Angélica Pereira da Silva, é uma das atendentes do Telemonitoramento da Unoeste (Universidade do Oeste Paulista). Ela conta que esse é um tipo de trabalho que exige atenção máxima do aluno, mas que contribuí significativamente para sua formação e relação “aluno/paciente”. “Essa experiência é muito gratificante porque além de ter esse contato com o paciente, ainda que por telefone, a gente passa a estabelecer um vínculo de confiança, o que é muito importante nessa relação. Também aprendemos a nos comunicar melhor e contribuímos com orientações diversas para ele melhorar sua qualidade de vida. Isso reflete no aprimoramento da nossa aprendizagem e conhecimento, já que passamos a colocar em prática tudo aquilo que a gente viu em sala de aula”.
Praticamente a mesma opinião é compartilhada pela Isabelly Letícia Jesus Francisco, estudante do 3º termo de Enfermagem. “Ajuda muito porque tudo que a gente aprende na teoria no primeiro e segundo termo, a gente começa a aplicar e analisar o paciente de uma forma muito mais integral do que simplesmente lendo um prontuário. Para o paciente do outro lado da linha também é uma ajuda importante, principalmente pra quem mora sozinho e precisa de um auxílio maior. Como são informações relevantes, a gente consegue fazer esse acompanhamento sem precisar ir até a casa. Muitas vezes o próprio agente comunitário, por uma razão ou outra, não consegue fazer esse papel”.
O acadêmico do 8º termo de Medicina, Renan Fernandes da Cruz, enxerga nessa possibilidade a “quebra de gelo” na interação e diálogo entre estudante e o paciente. No serviço, ele já trabalhou no atendimento voltado para a saúde da mulher, e atualmente presta assistência via telefone a adultos e idosos. “Como a gente teve bastante tempo de pandemia, a gente perdeu um pouco esse contato de poder conversar com o paciente. E é um trabalho de responsabilidades porque quando estamos aqui estamos lidando com vidas, por isso a gente reverte aquilo que já aprendemos e absorvemos pra poder investigar a saúde desses pacientes. E os pacientes, principalmente os mais idosos, gostam desse contato, de conversar um pouco com a gente. É bem interessante”.

Fotos: Ector Gervasoni

Isabelly Francisco, estudante de Enfermagem: “a gente começa a analisar o paciente de uma forma muito mais integral do que lendo um prontuário” 

Renan da Cruz enxerga nessa possibilidade a “quebra de gelo” na interação e diálogo entre estudante e o paciente

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