Corredoras completam 320 km do Caminho da Fé em jornada de superação e espiritualidade

SINOMAR CALMONA

COLUNA - Sinomar

Data 16/02/2025
Horário 05:01
LÍCIA MARCONI, ROSA MARIA MARINHO, ASCENÇÃO MONDANEZ E GABRIELA SIQUEIRA, COM O GUIA ESPECIALISTA WAGNER SILVA
LÍCIA MARCONI, ROSA MARIA MARINHO, ASCENÇÃO MONDANEZ E GABRIELA SIQUEIRA, COM O GUIA ESPECIALISTA WAGNER SILVA

Em uma jornada marcada por desafios físicos e emocionais, as corredoras Lícia Marconi, Rosa Maria Marinho, Ascenção Mondanez e Gabriela Siqueira concluíram com sucesso os 320 km do Caminho da Fé, percorridos em 13 dias. O grupo, batizado de "Mulheres no Caminho", partiu do ramal Águas da Prata e chegou à Basílica de Aparecida, em uma trajetória que uniu preparo físico, superação e busca espiritual. A preparação para a empreitada durou seis meses, com treinos intensos para garantir a resistência necessária para enfrentar a média de 23 a 25 km por dia, incluindo trechos com altimetrias de até 1950 m. A caminhada começava todos os dias às 5h30 da manhã, sob a orientação do guia especialista Wagner Silva (@meunomeewagnersilva), que oferecia suporte a cada 10/15 km. A jornada não foi fácil. As corredoras enfrentaram condições climáticas extremas, desde dias de calor intenso até chuvas fortes que transformaram trechos da Serra da Mantiqueira em verdadeiros desafios, com muito barro e terreno acidentado. Além disso, a travessia da divisa entre Minas Gerais e São Paulo exigiu não apenas preparo físico, mas também mental e emocional. O Caminho da Fé, conhecido por ser uma rota de peregrinação que combina esforço físico com reflexão espiritual, foi uma experiência transformadora para o grupo. "Foi um momento de muita resiliência e crescimento pessoal. Cada passo era uma reflexão sobre a vida e nossos limites", compartilhou Lícia Marconi, uma das integrantes. A chegada à Basílica de Aparecida foi celebrada com emoção e sensação de dever cumprido. Para as "Mulheres no Caminho", a experiência vai além dos 320 km percorridos: é um símbolo de força, união e fé. O grupo já planeja novas aventuras, inspirando outras mulheres a se desafiar e buscar momentos de superação e conexão consigo mesmas. A história dessas quatro corredoras serve como exemplo de determinação e coragem, mostrando que, com preparo e perseverança, é possível vencer obstáculos e alcançar objetivos que parecem distantes.
 

BOM DIA
Seja gentil principalmente consigo mesmo estamos todos em batalhas internas não contamos pra ninguém. Seja gentil com o outro, acredite, você muda o dia de alguém #GentilezaGeraGentileza

ITALIANO
No dia 21 de fevereiro, o Brasil celebra o dia nacional do imigrante italiano, data que homenageia os milhões de italianos que desembarcaram no país e deixaram um legado cultural imensurável — especialmente na gastronomia. Pratos como macarrão, lasanha e nhoque, antes típicos das famílias italianas, hoje fazem parte do dia a dia dos brasileiros e ocupam lugar de destaque na mesa e nos restaurantes.

A IMIGRAÇÃO
A imigração italiana, que começou em grande escala no final do século 19, trouxe não apenas ingredientes e receitas, mas um modo de cozinhar que valorizava a simplicidade e a qualidade dos alimentos. O macarrão com molho de tomate, por exemplo, se popularizou rapidamente, assim como a lasanha, que ganhou versões adaptadas ao gosto nacional, e o nhoque, que até hoje é tradição em muitas famílias no dia 29 de cada mês.

PATRIMÔNIO
Hoje, a comida italiana continua sendo uma das preferidas dos brasileiros, com novas releituras e formatos que atendem desde refeições rápidas até experiências gastronômicas sofisticadas. Mais do que um legado, a cozinha italiana no Brasil é um verdadeiro patrimônio cultural e afetivo.

EM SP
Pesquisa do Ibope para avaliar o nível de satisfação dos paulistanos em relação à qualidade de vida e ao bem-estar na capital paulista apontou que os melhores bairros para se morar em São Paulo são, pela ordem, Pinheiros, Penha e Itaim Paulista. E que o pior é Freguesia do Ó.

ESTRESSADOS
No trânsito de Presidente Prudente, podemos incluir entre os motoristas indesejáveis, aqueles que costumam ficar parados atrás de você no sinal e observam o semáforo amarelar, impacientes, para ir logo azucrinando sua paciência com a buzina.

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