CCZ realiza plantão para coleta de sangue e chipagem em cães

“O chip tem o tamanho de um grão de arroz, a aplicação é rápida e não causa efeitos colaterais no cão", comenta.

PRUDENTE - Ynaiê Botelho

Data 07/07/2013
Horário 11:00
 O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) realizou ontem, das 9h às 15h, na Rua Aracajú, no Jardim Brasília, um plantão para coleta de sangue em cães, a fim de detectar casos de leishmaniose canina. Na oportunidade, houve a implantação de microchips nos animais. De acordo com o médico veterinário e coordenador do CCZ prudentino, Célio Nereu Soares, duas equipes compareceram ao local para realizar as coletas de sangue e a chipagem.

Jornal O Imparcial Duas equipes do CCZ se mobilizaram no mutirão de exames, ontem, no Jardim Brasília

"O que estamos fazendo aqui reflete no cuidado da saúde da população. Calculamos que o atendimento neste bairro alcançará aproximadamente 200 pessoas", relata.

Segundo ele, o plantão é uma segunda oportunidade para que os moradores não precisem se deslocar até o CCZ ou procurar uma clínica veterinária particular. "Após o prazo, o proprietário do animal terá de arcar com os custos do exame de leishmaniose canina", reforça.

 

Leishmaniose


Segundo informações da Secretaria de Vigilância e Saúde (SVS), as leishmanioses são consideradas um problema de saúde pública no Brasil e as ações para sua vigilância e controle estão regulamentadas pelo Decreto nº 51.838, de 1963. Neste ano, em Presidente Prudente, nove casos da doença canina foram detectados, sendo seis autóctones e três importados.

 

Chipagem


Soares expõe que a chipagem é necessária para identificar os donos dos animais. "O chip tem o tamanho de um grão de arroz, a aplicação é rápida e não causa efeitos colaterais no cão", comenta.

A estudante Larissa Caroline, 13 anos, levou sua cadelinha Nina para a realização dos exames e chipagem. "Achei legal. A Nina nunca sai de casa, agora se eu perder ela, fica mais fácil de achar", diz. A aprovação também foi geral por parte da faxineira Lourdes Rodrigues de Oliveira, 52 anos. "Trouxe o ‘Bebê’ e o ‘Tiririca’ pela primeira vez pra fazer esse exame. Esse assunto de chip eu não sei muito bem, mas pelo que entendi, vai ser bom para encontrá-los, caso algum deles se perca", explica.
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