Surgiram dois novos fatores de risco modificáveis para o desenvolvimento de demências, além dos 12 já estabelecidos anteriormente, que se referem à: baixa escolaridade, perda auditiva, hipertensão, tabagismo, obesidade, depressão, inatividade física, diabetes, consumo excessivo de álcool, lesão cerebral traumática, poluição do ar e isolamento social.
E estes dois fatores são: a perda de visão não tratada e níveis elevados de colesterol LDL. Extremamente importante é minimizar esses fatores, pois haverá redução da possibilidade de desenvolvimento de demências.
Sabemos principalmente na terceira idade que a saúde dos olhos não está isolada do bem-estar cognitivo, já que pessoas com condições como catarata têm um risco aumentado de desenvolver demência.
A visão prejudicada, muitas vezes subestimada, pode indicar processos neurodegenerativos em curso. A saúde ocular deve ser vista como um componente essencial na manutenção da qualidade de vida ao longo do processo de envelhecimento.
A prevenção e o tratamento de doenças oculares podem desempenhar um papel importante na redução do risco de demência.
A preservação da saúde visual em todas as fases da vida, inclusive na velhice, vai além do cuidado com a visão, sendo um fator-chave para a prevenção de demências.
Essa abordagem integrada é essencial para a detecção precoce e gestão de doenças neurodegenerativas, beneficiando tanto pessoas idosas quanto seus cuidadores, além da sociedade como um todo.
Responsáveis pelo cuidado de idosos, como filhos, netos, genros ou noras e os cuidadores não familiares precisam ter no calendário consultas periódicas com profissionais dentre os quais o médico oftalmologista.
Cuide bem de quem te cuidou!