Tendências

 07/11/2017 10:22:52  - Walter Roque Gonçalves

O acesso à internet pode ser feito por dispositivos como TVs smart, tablets, microcomputadores e celulares. Segundo a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicilio), divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Estatística), o celular é a forma mais utilizada para acesso à internet, incluso lojas online ou físicas.

A revista PEGN (Pequenas Empresas e Grandes Negócios), de junho de 2017, entrevista o gerente do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), Gustavo Azevedo, sobre as tendências do e-commerce e tecnologias envolvidas. A primeira delas é prever que o site da empresa será acessado por celulares, por isso, é preciso criar duas versões: uma que será vista pelo computador e outra pelo celular. Aplicativos desenvolvidos para criação intuitiva de sites, encontrados em pesquisas pela internet,  oferecem recursos para este tipo de publicação.

Outra questão é o uso das mídias sociais para comunicação com os clientes. É um recurso relativamente barato que permite direcionar a comunicação para o público alvo, com isso, lojas menores podem desenvolver estratégias de divulgação mais adequadas e alinhadas com o comportamento do consumidor. Além disso, existem lojas que investem em aplicativos de celular próprio. A intenção é facilitar e melhorar a experiência do cliente e a loja.

Na internet nem tudo são flores. Há consumidores, armados de seus smartphones, que vão até a loja física para analisar, sentir e ver o produto. Mas fecham as vendas pelo menor preço na internet. Em contrapartida, as lojas estão investindo cada vez mais no sistema clica e retira. O cliente pode ver o produto em qualquer loja, comprar pela internet e retirar o produto em uma das lojas do grupo.

A Amazon inovou com o conhecido “condicional” das lojas de roupas. Esta permite que clientes premium experimentem, em casa, roupas encomendadas no site. Estes pagam apenas pelas roupas que gostaram e devolvem as que não serviram. Supermercados permitem comprar produtos por sites e aplicativos próprios, inclusive itens da “feirinha”: o cliente informa como quer estes produtos e o supermercado faz a escolha a gosto e entrega a mercadoria.

Para criar uma loja eletrônica pode-se optar por uma das dezenas de soluções oferecidas pela internet que permitem lançar e manter uma loja com menos de R$ 100 mensais. Com a loja na rede, deve-se planejar o marketing, logística, estoque e atendimento. Independentemente do tamanho da empresa todas podem se beneficiar desta tendência cada vez mais presente em nossas vidas e nos nossos celulares.

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