DENTRO DA QUADRA

Vivência de pickleball segue hoje no Sesc Thermas

Modalidade é uma junção de três outros esportes e representa uma boa opção aos iniciantes com as raquetes

José Reis: Vivência do pickleball segue até hoje com atividades no Sesc Thermas de Prudente José Reis: Vivência do pickleball segue até hoje com atividades no Sesc Thermas de Prudente

Os amantes de esportes, ou até mesmo os curiosos, que passaram ontem pelo Sesc Thermas de Presidente Prudente, tiveram a oportunidade de ter contato com uma modalidade que ainda pode ser considerada como nova, mas que tende a atrair cada vez mais público para as quadras. Intitulada de pickleball, a modalidade é uma mistura de elementos do tênis, badminton e do tênis de mesa e agradou aos participantes ontem. Hoje é o último dia da atividade, com início às 9h e término às 17h, e a participação é gratuita.

A vivência com o esporte ocorre dentro da programação do Sesc Verão e, segundo a professora de Educação Física e responsável pela atividades, Sandra Sorpreso, é uma ótima oportunidade para iniciantes e que desejam fazer parte de esportes que envolvem raquetes. “O pickleball surgiu nos Estados Unidos da América por volta de 1965 a partir de quatro amigos que queriam criar algo democrático e que todos pudessem participar”, informa.

Ainda conforme a educadora física, o esporte é uma junção de três modalidades, já que, por exemplo, utiliza uma quadra com as dimensões do badminton, com 6,10 metros por 3,41 metros, a altura da rede do tênis e raquetes parecidas com as do tênis de mesa. “Tem suas especificidades também, pois a bola tem furos e quica um pouco mais lento, facilitando o jogo e não requer tanta agilidade quando o tênis convencional, basta a habilidade de rebater”.

 

Esporte que agradou

A jovem de 25 anos, Vitória Zambon, afirma que entrou na programação da unidade para ver quais seriam os esportes oferecidos no fim de semana, viu o nome do pickleball e ficou curiosa para conhecer a modalidade. “Gostei bastante, pois lembra o tênis, que é um esporte que eu gosto bastante. A única dificuldade foi pegar o ritmo, mas depois foi bem legal”.

Já o pequeno Murilo Pereira, nove anos, afirma que a irmã foi a responsável por levar ele para a atividade que a princípio parecia difícil, mas que foi “melhor do que esperava”. “Joguei algumas partidas e gostei muito. O mais difícil é acertar a bola com a raquete, mas vou continuar praticando”.