José Reis: Vivência do pickleball segue até hoje com atividades no Sesc Thermas de Prudente

Foto: José Reis: Vivência do pickleball segue até hoje com atividades no Sesc Thermas de Prudente

DENTRO DA QUADRA

Vivência de pickleball segue hoje no Sesc Thermas

Modalidade é uma junção de três outros esportes e representa uma boa opção aos iniciantes com as raquetes

  • 17/02/2019 06:11
  • GABRIEL BUOSI - Da Reportagem Local

Os amantes de esportes, ou até mesmo os curiosos, que passaram ontem pelo Sesc Thermas de Presidente Prudente, tiveram a oportunidade de ter contato com uma modalidade que ainda pode ser considerada como nova, mas que tende a atrair cada vez mais público para as quadras. Intitulada de pickleball, a modalidade é uma mistura de elementos do tênis, badminton e do tênis de mesa e agradou aos participantes ontem. Hoje é o último dia da atividade, com início às 9h e término às 17h, e a participação é gratuita.

A vivência com o esporte ocorre dentro da programação do Sesc Verão e, segundo a professora de Educação Física e responsável pela atividades, Sandra Sorpreso, é uma ótima oportunidade para iniciantes e que desejam fazer parte de esportes que envolvem raquetes. “O pickleball surgiu nos Estados Unidos da América por volta de 1965 a partir de quatro amigos que queriam criar algo democrático e que todos pudessem participar”, informa.

Ainda conforme a educadora física, o esporte é uma junção de três modalidades, já que, por exemplo, utiliza uma quadra com as dimensões do badminton, com 6,10 metros por 3,41 metros, a altura da rede do tênis e raquetes parecidas com as do tênis de mesa. “Tem suas especificidades também, pois a bola tem furos e quica um pouco mais lento, facilitando o jogo e não requer tanta agilidade quando o tênis convencional, basta a habilidade de rebater”.

 

Esporte que agradou

A jovem de 25 anos, Vitória Zambon, afirma que entrou na programação da unidade para ver quais seriam os esportes oferecidos no fim de semana, viu o nome do pickleball e ficou curiosa para conhecer a modalidade. “Gostei bastante, pois lembra o tênis, que é um esporte que eu gosto bastante. A única dificuldade foi pegar o ritmo, mas depois foi bem legal”.

Já o pequeno Murilo Pereira, nove anos, afirma que a irmã foi a responsável por levar ele para a atividade que a princípio parecia difícil, mas que foi “melhor do que esperava”. “Joguei algumas partidas e gostei muito. O mais difícil é acertar a bola com a raquete, mas vou continuar praticando”.