Cedida - Mãe e filha estavam em um veículo que, supostamente, invadiu a pista contrária

Foto: Cedida - Mãe e filha estavam em um veículo que, supostamente, invadiu a pista contrária

DESPEDIDA

Vítimas de acidente em rodovia são sepultadas em Osvaldo Cruz

Natacha Aparecida dos Santos Pires, 22 anos, e Alicia Santos de Oliveira Santos, 5 meses, eram mãe e filha e foram vítimas fatais de colisão

  • 02/12/2019 10:22
  • ROBERTO KAWASAKI - Da Redação

Foram sepultados ontem, em Osvaldo Cruz, os corpos de duas vítimas de um acidente de trânsito ocorrido no sábado, na Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294). Natacha Aparecida dos Santos Pires, 22 anos, e Alicia Santos de Oliveira Santos, 5 meses, eram mãe e filha e estavam em um carro que bateu transversalmente contra outro, que escoltava um caminhão.

Além das vítimas fatais, outras quatro foram socorridas à santa casa de Osvaldo Cruz. No mesmo veículo das vítimas fatais estavam um homem de 53 anos e uma mulher de 51, ambos socorridos com ferimentos de natureza leve. Uma menina de 7 anos, passageira do mesmo veículo, está em estado grave. Conforme a polícia, o motorista do outro carro, 38 anos, é morador de Cachoeirinha (RS) e o estado de saúde também é grave.

A Polícia Científica esteve no local e periciou a área. As circunstâncias do acidente estão sendo analisadas.

Colisão transversal

A batida entre os dois veículos ocorreu por volta das 11h de sábado, no km 576 da Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros. De acordo com a Polícia Militar Rodoviária, o veículo Ford/Fiesta Sedan, em que estava a família, seguia pela rodovia no sentido Inúbia Paulista a Parapuã, e o Chery/QQ, no sentido contrário.

Por motivos desconhecidos, o condutor do primeiro carro perdeu o controle de direção e derrapou sobre a pista de rolamento. Na sequência, segundo a polícia, invadiu a pista contrária e colidiu transversalmente contra o outro carro, que fazia escolta de um caminhão.

No decorrer da ocorrência, os condutores foram submetidos ao teste de etilômetro ativo, que não constatou concentração de álcool por litro de ar alveolar, expelido pelos pulmões.