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Sesc tem vivência de mergulho

EMBAIXO D’ÁGUA Crianças fazem uso do equipamento, snorkel, que auxilia na respiração em nados rasos

Marcio Oliveira, Leonardo promove brincadeiras lúdicas para as crianças se adaptarem Marcio Oliveira, Leonardo promove brincadeiras lúdicas para as crianças se adaptarem

Com indicação livre para todas as idades, a criançada marcou presença no primeiro encontro de fevereiro do Sesc Verão 2018. Na manhã de ontem, o Sesc Thermas de Presidente Prudente promoveu uma experiência divertida para os seus usuários: vivência sobre mergulho com Snorkel, equipamento que ajuda na respiração debaixo da água. A atividade que foi ministrada pelo instrutor físico-esportista, Leonardo Orlandi continua hoje, às 10h e às 15h.

Muita água e diversão, ensinamentos em primeiro plano e brincadeiras após marcaram a manhã de sábado com as crianças deixando a piscina do Parque Aquático bastante felizes.

Conforme Leonardo, a participação é sempre boa quando trazem o equipamento e abrem a atividade para a população. “Normalmente as crianças são as que mais participam mesmo. E fazem valer a pena. A partir do momento que se dedicam e entendem como funciona a atividade se divertem muito”, expõe.

Para que as crianças façam o uso correto, instruções são dadas antes delas entrarem na água e, após, técnicas de respiração são passadas a todos. “Ensino detalhadamente como deve ser a respiração quando a pessoa mergulha ou está mais na superfície”, explica.

A maioria dos que estavam ali, não conheciam o equipamento e por este motivo, Leonardo comenta que é normal em primeiro momento, apesar de gostarem do desafio, tomarem um pouco de água. Mas, aos poucos se sentem confortáveis, com a máscara e o Snorkel, e se divertem. “Fizemos algumas brincadeiras lúdicas, como pegar argolas no fundo da piscina, para aproveitarem o mergulho”, acentua.

 

Experiência nova

Isabela Batista, de 11 anos, foi uma das praticantes da modalidade e saiu contente da atividade. “É diferente, eu já nadei, mas sem nenhum objeto, esse aqui [snorkel] facilita quando aprendemos a usá-lo”, conta.

Quando questionada sobre a dificuldade, Isabela diz ter sido bem orientada. “O professor ajudou bastante, nem engoli água”, frisa. 

Para Pedro Conte, 12 anos, a dificuldade respiratória, causada pela bronquite que herdou da mãe, dificultou o uso do equipamento. “Tentei usar, mas não consegui. Parecia que eu não estava conseguindo respirar direito, mas continuei as atividades junto com o grupo mesmo assim”, salientou o garotinho.

Muitos fazem relação do equipamento usado com o mergulho esportivo, mas os dois tem uma diferença importante, que é a profundidade do nado.

“O esportivo se trata de mergulhos mais fundos que não tem a necessidade de trabalhar na superfície, já o snorkel não é para mergulhos profundos, é mais superficial mesmo”, explana Leonardo.