Que ritmo estás?

  • 11/03/2020 04:13
  • Marcos Alves Borba

O que praticamente grande parte das coisas evidencie certo incômodo nas pessoas, e que muitas ainda não se situaram, é por ouvirem demais que o ano começa agora. Assim, mesmo que de maneira simples, sem muitos afazeres, o ritmo segue como a vida lhes dera um sentido, seja o que Deus quiser. Mesmo sem uma pequena visão daquilo que pode proporcionar caminhos que possam trazer prazeres sem muitas evidências.

Tempos atuais, no qual lidamos com grandes mudanças e inovações a todo momento, mesmo aquele que em seu estágio de transformação chegar num determinado momento de padecer, quando seu ritmo não lhe proporciona continuar sua busca. Seja qual estágio possamos estar, independente da formação ou interesse, é vital que durante um período, momentos de estagnação possam desestimular uma credibilidade que já há algum tempo vem tentando seguir. Somos seres pensantes, somos assim, o que nada impede de se ter iniciativa, isto é, tomar uma decisão e querer que grande parte do que foi feito até agora não fique totalmente obsoleto há um tempo sem sentido. 

É notório de qualquer caminho, mesmo ficando inerte. Seja do esporte, da educação, da arte, do escritório, da escola, do trabalho simples diário das pessoas, seja qual for o modelo que possa nos elucidar a fazer e repensar no quanto já caminhamos, e mesmo assim tem dias que nossa inquietude nos permite não avançar, não progredir, e assim tem momentos que passamos até nos rastejar.

O que significa que em alguns momentos, não estamos evoluindo nossas ações. Em algum momento, estamos procrastinando. É um processo, e que a natureza sempre nos convida a reagir diante de situações adversas. É preciso força interna, é preciso ser muito mais forte que insatisfações inapropriadas às nossas inquietudes, para que o ritmo possa ser renovado, e assim dar um sentido a nossa existência. Isso é um trabalho diário. E podemos até ter uma pequena indisposição, mas jamais se suportar como uma preguiça em fazer algo para seguir!

O tempo tem nos mostrado que mesmo os atletas de alto rendimento, como Neymar (futebol), Medina (surfe), Marta (futebol) e tantos outros, têm vivenciado seus momentos de insatisfação, aqueles que mesmo lutando em determinado momento, estão se perguntando: porque justo eu? Dizer que vai tentar é a mesma coisa de dizer que não vai fazer. O ano já começou faz tempo!

 

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Marcos Alves Borba

Marcos Alves Borba

Marcos Alves Borba é educador físico, coach (Sociedade Brasileira de Coaching) e palestrante.

Contato: marcosaborba@hotmail.com

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