Cedida/Juliana Luizari Silva: Prudentina atua no Rio de Janeiro como professora de balé clássico e jazz

Foto:  Cedida/Juliana Luizari Silva: Prudentina atua no Rio de Janeiro como professora de balé clássico e jazz

TALENTO NATO

Prudentina ganha espaço com dança no Rio de Janeiro

Juliana Luizari Silva comenta sobre o primeiro contato, aos 3 anos, com o que hoje é a profissão dela e diz que objetivo é transformar emoção em movimento

  • 07/04/2019 11:00
  • GABRIEL BUOSI - Da Redação

Ela é prudentina, atualmente mora no Rio de Janeiro e atua como professora de balé clássico e jazz, além de trabalhar profissionalmente com a dança na companhia adulta do Jazz Carlota Portella. Juliana Luizari Silva transmite o amor pelo que faz de forma perceptível logo nas primeiras palavras que pronuncia para a reportagem, de fato que com o desenrolar da entrevista ela comentou sobre essa paixão, que teve início ainda aos três anos, e dos momentos de felicidade proporcionados pela dança. Costumo dizer que é algo que você não divide com ninguém, já que é uma superação e um prestígio só seu. É isso que move eu estar viva, um sentimento difícil de explicar”, comenta.

A trajetória de Juliana teve início ainda bem cedo, em Presidente Prudente, quando ela afirma ter passado por volta de 10 anos em formações e crescimento dentro da modalidade, além dos benefícios à vida que isso a trouxe. Em seguida, possivelmente por causa do talento nato, oportunidades surgiram na capital paulista, o que a fez realizar diversos cursos em escolas conceituadas e que fizeram toda a diferença. “Eu sempre amei dançar, costumo dizer que minha alma é dançante desde pequena. Minha mãe, por exemplo, foi professora de piano e música em uma escola e meu pai costumava cantar para a gente. Tudo isso fez parte do meu início e influenciou no meu interesse pela arte”.

Atualmente ela reside no Rio de Janeiro, onde atua como professora de balé clássico e jazz, bem como possui papel importante na Companhia Jazz Carlota Portella. Questionada sobre o significado da dança e especialmente do balé em sua vida, a profissional não hesita em deixar claro seu fascínio. “Só quem dança sabe o quanto a gente tem que ter foco, não desistir e se superar dentro dos nossos limites para conseguir executar um passo cada vez mais difícil e tudo com perfeição. Eu não saberia fazer outra coisa a não ser isso, e ensinar essa arte que transformou minha vida para melhor é gratificante”.

Bailarina apaixonada pelo balé clássico, ela lembra que a modalidade é importante para dar base e controle ao profissional, de forma que, com isso, o contato com qualquer outro tipo de dança é possibilitado. Juliana lembra, ainda, que mesmo com o foco no clássico, foi por praticamente todos os outros tipos de dança que ela teve a oportunidade de brilhar, crescer e conhecer. “Moderno, sapateado, contemporâneo, e por ai vai. A minha formação, no entanto, é em balé clássico por meio da Royal Academy of Dance, de Londres, que é a escola mais conceituada do mundo. Lá eu fiz todos os cursos preparatórios e com uma linha de trabalho e metodologia específica deles”.  

Não há dúvidas, com isso, que a dança já a tenha proporcionado momentos de transformação pessoal, além das amizades, momentos de superação e a euforia com os espetáculos. Por fim, ela deixa uma fala que é capaz de traduzir o que a dança representa para todos que assistem e participam dessa verdadeira arte. “Nós artistas temos que transformar nossa emoção em movimento e tocar as pessoas que estão assistindo, isso é o fundamental. Não adianta apenas apresentar uma técnica e não mexer com algo a mais”.