Balanço

Projeto detecta 180 alunos com problemas de visão no 1º semestre

Ação, promovida pelo 9º ano, através de uma parceria da Unoeste, com a santa casa e Lions Centenário, chegou neste semestre, a 14 escolas de PP

Da Redação • 13/06/2018 17:16:58

Após 1.125 testes de acuidade visual aplicados, 217 estudantes foram encaminhados para consultas. Foto: Unoeste / João Paulo Barbosa

Realizado pelo nono ano consecutivo, o Projeto Saúde Visual do Escolar - uma parceria da Unoeste (Universidade do Oeste Paulista) com a Santa Casa de Presidente Prudente e o Lions Centenário -, ao fechar o balanço semestral, aproxima dos 17 mil atendimentos prestados para alunos do ano inicial no segundo ciclo do ensino fundamental. Durante estes seis primeiros meses, estudantes da Famepp (Faculdade de Medicina de Presidente Prudente), orientados e acompanhados por professores, juntamente com profissionais do Banco de Olhos Maria Sesti Barbosa, foram em 14 das 26 escolas estaduais na cidade. Aplicaram 1.125 testes de acuidade visual, encaminharam 217 alunos para consultas, dos quais 176 passaram a usar óculos, dois apresentaram problemas de córneas, teve um caso de tratamento de retina e outro de estrabismo.

Considerando que dos 217 encaminhados para exame clínico, 180 apresentaram algum problema de visão, os acertos dos testes foram de 82,9%. Ainda em termos percentuais, são 19,3% dos alunos que passaram pelos testes, aplicados com a Tabela de Snellen (impressa com letras de diferentes tamanhos) e com figuras de Ishihara para detectar daltonismo. Os números de oito anos e meio do projeto são bastante significativos: 16.813 prestados para os alunos em suas escolas, inicialmente no 5º ano e, com a reformulação do ensino, passou a ser no 6º ano. Destes, 3.426 precisaram de consulta no banco de olhos, 879 passaram a usar óculos e 94 receberam cuidados médicos, oferecidos gratuitamente.

A iniciativa do projeto é do Lions e a escolha das escolas de rede estadual de ensino decorre de que na rede municipal o aluno é atendido quando ingressa no primeiro ano do primeiro ciclo, sendo que esse mesmo estudante receberá novo atendimento ao ingressar no segundo ciclo, conforme o presidente Irineu Sesti Filho. O projeto tem o acompanhamento permanente do diretor técnico do banco de olhos da santa casa, o médico oftalmologista Edson Rikio Fudo; da assistente social, Fátima Elisabete Rota; e da enfermeira Daiane Graciela da Silva Hilário. Pelo curso de Medicina da Unoeste, o acompanhamento é da professora Elenice Morini, com o envolvimento de outros docentes.

O feedback proporcionado por familiares, professores e diretores das escolas é de que o cuidado com a saúde visual melhora a aprendizagem do aluno, pois ao usar óculos, enxerga melhor a lousa e tem mais facilidade em escrever, sendo que o mesmo acontece com a leitura.

 

Escolas atendidas

Neste primeiro semestre, os atendimentos ocorreram nas escolas Marietta Ferraz de Assumpção, Marrey Júnior, Miguel Omar Barreto, Teófilo Gonzaga da Santa Cruz, Placidio Braga Nogueira, Tannel Abbud, Monsenhor Sarrion, Anna Antônio, Joel Antônio de Lima Genésio, João Alfredo da Silva, Arlindo Fantini, Francisco Pessoa, Pedro Tófano e Hugo Miele.

Após as férias de julho, o projeto será retomado e levado para as escolas Antônio Fioravante de Menezes, Fátima Falcon, Oracy Matricardi, Clotilde Veiga de Barros, Mirella Pesce Desideri, Fernando Costa, Florivaldo Leal, Dr. José Foz, Maria Luiza Bastos, João Carlos Padilha de Oliveira, Celestina de Campos Toledo Teixeira e Maria Luiza Formozinho Ribeiro.

 

Com Assessoria de Imprensa da Unoeste

 

 

 

 

 

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