Métodos de confinamentos e engorda (como fazer render mais porcos, galinhas, crianças...)

  • 12/06/2019 04:15
  • Marcos Alves Borba

Estamos num ritmo de evolução contínua se, entendermos que, todo caminho para ser construído precisa-se de um processo. Essa dinâmica, em quase todos os aspectos que necessitam crescer leva-se um determinado tempo, para que qualquer que seja o sistema funcione e dê resultados em todas as áreas, principalmente quando se espera ação naquilo que se projeta crescimento.

Pesquisas mostram uma determinada evolução de algo que, por amostragem poderá ter um rendimento ou que necessita de um ajuste, e nisso os resultados demonstram tal liquidez de suas avaliações. Hoje se tem de forma muito clara esses resultados, seja na política, na saúde, no transporte, na educação, dentre outros que meramente vem a somar ou a sinalizar toda uma classe da população. Se precisamos crescer, evoluir e adquirir resultados almejados em quase todo setor e classe social, há indícios de que ainda estamos a passos de tartaruga. Principalmente quando se trata de valorização das pessoas, no que tange o fator educação. Essa projeção de busca é constante, e já algum tempo esse caminho não está nada fácil, pois é árduo, desafiador, difícil, resistente e tanto outros adjetivos e verbos que certos momentos ficam imensuráveis a nossa ânsia de que tudo dê certo, e assim possamos nos consagrar.

O texto “Métodos de Confinamento e Engorda (Como fazer render mais porcos, galinhas, crianças...)”, escrito por João Batista Freire, faz parte do livro “Educação Física e esportes: Perspectivas para o século 21” de Ademir Gebara (et al). Neste texto o autor trata de assuntos como o confinamento de crianças no espaço escolar, buscando elementos, como o confinamento de animais, ou até mesmos fatos que ocorriam no período nazista e que possuem relação com a forma que os alunos são tratados nas escolas.

Entendemos e, por ainda fazermos parte, esse sistema nas escolas praticamente não mudou nada, e não mudará tão cedo. Haja vista que, devida várias situações, principalmente por atitudes comportamentais gerais, essa dinâmica que forja ser inadequadas, acabam enclausurando nossas crianças, por não termos o domínio de conduta da persuasão, desse valor que necessidade de persistência e muito domínio.  Isto é, de fazerem as nossas crianças e adolescentes a refletirem, a pensarem, a terem suas conclusões, mesmo de maneira significativa as suas faixas etárias, e infelizmente, consideramos que esse processo está um pouco distante.

Como podemos de certa forma sofrer menos se nossa capacidade de ingerir coisas boas possa refletir melhor e dá bons resultados que contribua de alguma maneira? Isso na verdade é apenas uma parcela, de uma pequena síndrome que temos recebido e até engolido, mas que veio buscando e querendo que tais situações sejam de quaisquer áreas tenha o seu resultado, principalmente se é redefinido por nós. É evidente que a nossa educação ainda continua num processo vagaroso, principalmente por mudanças de gestão, quando muitos se diferem de projetos e processos que ficam a mercê do ocaso e que por enquanto estão estagnados.

Que seja agora, mesmo nos precavendo de subterfúgios processos de governos que ainda procrastinam uma conduta tão séria e tão importante em qualquer país do mundo. Venhamos e convenhamos, e ainda há de se esperar do tão grato conceito vigorado a todos os professores desse mundo chamado Brasil: Sua profissão e tão importante que abraça e congratula todas as outras, por saber ensinar e demonstrar a codificação que verdadeiramente sabe acolher.  Desculpem-nos, isso não nos sensibilizam mais! Será?

 

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