AI da Fundação Casa: Atividade lúdica propiciou a participação de 64 adolescentes do sexo masculino

Foto: AI da Fundação Casa: Atividade lúdica propiciou a participação de 64 adolescentes do sexo masculino

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Fundação Casa treina 64 jovens para Obmep

Gincana da Matemática ocorreu nesta tarde, em Irapuru, e envolveu adolescentes do sexo masculino que foram submetidos a testes para treinar o raciocínio

  • 07/05/2019 17:10
  • ROBERTO KAWASAKI - Da Redação

Os números fazem parte do cotidiano de todos. Seja no momento em que for pagar o boleto, receber o troco ou contar as horas para agendar o compromisso. Não tem como fugir deles. Ontem, foi celebrado o Dia Nacional da Matemática e em comemoração a esta data, a Fundação Casa (Centro de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente) organizou uma terça-feira diferente aos adolescentes da unidade I em Irapuru. Nesta tarde, 64 deles participam da segunda edição da Gincana de Matemática, evento que também contribui para o futuro dos rapazes.

De acordo com a Assessoria de Imprensa da Fundação, os estudantes estão sendo preparados para as provas da Obmep (Olímpiada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas) que ocorrerá no dia 21 de maio, daqui a exatamente duas semanas. Durante o evento ocorrido hoje, os adolescentes se submeteram a oito tarefas, que foram desde a apresentação de um grito de guerra e de uma mascote, até a resolução de tabuadas e tangrams – quebra-cabeças geométricos de origem chinesa. Além destas, participaram da atividade denominada corrida geométrica, charadas, cálculos, inclusive, perguntas e resposta com direito a “torta na cara”.

Atividade lúdica

De acordo com a coordenadora pedagógica da Fundação, Nancy Maria Mendonça da Silva, a gincana surge como uma maneira de “popularizar a matéria entre os adolescentes”. “É uma forma de eles perceberem que a matemática pode ser aplicada a tudo. Os jogos tornam a aprendizagem mais divertida e, ao mesmo tempo, fixam de forma mais lúdica os conteúdos”, salienta. Diante das atividades propostas, acredita que tenha sido “uma forma interessante” para trabalhar a questão da tabuada. “Decoramos as escadas do centro com as equações. Assim, quando os jovens descerem e subirem, já vão decorando”, afirma.