Fiéis de Prudente celebram o dia do santo casamenteiro

Mesmo com o frio que voltou à região, devotos não deixaram de fazer suas preces em 3 missas em comemoração à data

GABRIEL BUOSI • 14/06/2018 07:21:00

Três missas foram celebradas ontem na paróquia, sendo às 7h, 15h e 20h. Foto: Marcio Oliveira

Ele é conhecido como o santo casamenteiro, mas a devoção dos fiéis vai além do interesse no aspecto amoroso da vida. Santo Antônio teve ontem um dia totalmente voltado à reflexão do seu papel dentro da Igreja Católica, visto que a data foi marcada pela comemoração do seu dia, que ocorre sempre em 13 de junho de cada ano. Na paróquia que dá nome ao santo em Presidente Prudente, ontem, três missas reuniram fiéis, que mesmo sob a chuva ou frio que voltou ao oeste paulista, não deixaram de prestar seus agradecimentos.

A primeira celebração ocorreu às 7h e, por causa da chuva, contou com um número menor de católicos. A segunda missa teve início às 15h, com cerca de 600 fiéis, e a terceira e última foi celebrada às 20h, seguida de uma procissão nas ruas ao entorno da igreja, que fica no Jardim Paulista, e contou com a entrega gratuita de pães para simbolizar a caridade e o término das atividades festivas. As celebrações ficaram por conta do padre Luiz Antônio Mancini.

Apesar de ser conhecido como santo casamenteiro, Santo Antônio, segundo os próprios fiéis presentes na igreja ontem, era muito mais do que isso, já que operou milagres em causas que possuem a família envolvida, questões relacionadas ao aspecto financeiro da vida e demais pedidos. “Faz mais ou menos cinco anos que frequento aqui a igreja, mas sou devota dele desde quando criança. Lembro que meu pai sofria de fortes crises de epilepsia quando eu era bem pequena, e sei que minhas orações para Santo Antônio ajudaram a curá-lo. Sou muito grata, por isso faço questão de vir”, afirma Arlete Velasso, 67 anos.

Quem também esteve presente na missa das 15h foi a aposentada Aparecida Crepaldi, que, mesmo com frio, como ela mesmo afirmou, fez questão de ir ao local agradecer às graças recebidas. “No meu caso, penso que posso afirmar ter recebido muita coisa boa dele, mas prefiro não dizer quais, para que ele continue a me ajudar”. Já Maria das Dores, 58 anos, afirma que a presença na missa se deu, principalmente, pela relação “ótima” que possui com a comunidade. “A devoção e o amor são maiores do que qualquer coisa, e eu frequento a igreja, mesmo sem morar aqui, desde pequena, quando comecei a ser devota. Agradecer nunca é demais”, expõe.

 

 

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