Festa das Nações fecha último dia com almoço e jantar

Diferente dos outros anos, por conta do feriado de 9 de julho, a festa continua ainda hoje nos dois períodos

THIAGO MORELLO - Da Reportagem Local • 08/07/2018 05:00:00

Joelho de porco é um dos pratos mais vendidos da festa. Foto: Marcio Oliveira

Bandeiras de diversos países, pessoas pra lá e pra cá, e muita cultura traduzida em pratos típicos. Apesar do clima de Copa do Mundo, desta vez estamos falando da 22ª edição da Festa das Nações, em Presidente Prudente. Realizada no Centro de Eventos IBC, a festividade chega hoje ao último dia e com novidade: almoço e jantar. Diferente dos outros anos, por conta do feriado de 9 de julho, hoje a festa continua nos dois períodos do dia. Para quem aprecia a culinária diversificada, é só comparecer ao local. A entrada é gratuita.

É válido lembrar que a festa é em comemoração ao aniversário da padroeira da Paróquia Nossa Senhora do Carmo, conhecida popularmente como igreja Maristela, bairro onde está localizada. Mas sem distinção de religião, todos são convidados. Mário Zanuto, da organização, não arrisca um palpite de quantas pessoas já passaram pelo local até ontem, mas afirma que, como sempre, a comunidade tem comparecido ao local. Em termos de acomodações, o ambiente está preparado para receber 4 mil pessoas sentadas nas mesas disponíveis.

Aliás, ontem, sábado à noite, foi um dos dias mais esperados e confirmados para alta movimentação. À reportagem, ainda se tratando de avaliações, Mário diz que a barraca japonesa é uma das que mais vendem pratos, para não dizer a líder de vendas. Mas para quem não gosta, outros países são apresentados com comidas típicas: Alemanha, Estados Unidos da América, Arábia, Brasil, Espanha, Grécia, Havaí, Inglaterra, Itália e Portugal.

Em uma dessas, para ser mais específico, na barraca árabe, de longe dava para ver Odete Tonhon. Com direito a traje do país que representa, no qual transcende até na maquiagem, ela mostrava outro lado da festa: a solidariedade. Há 16 anos ela participa da festividade e há uma década na cozinha árabe. “É muito bom estar por aqui. A gente vira numa família e acaba mostrando isso para o público que vem, deixando tudo mais agradável”. No que diz respeito às roupas, ela afirma que isso ajuda na ambientação do local, de modo a deixar a comunidade se sentindo mais presente no país escolhido.

Por lá, Odete garante que o menu todo se esgota, mas as esfihas e os pratos com carneiro são os mais pedidos. Nos demais, Mário conta que, além da comida japonesa, o joelho de porco, da culinária alemã, também sai bastante, em vista da dificuldade do preparo em casa. “As pessoas aproveitam o momento para degustar aqui”, expõe.

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