Equipe de beisebol participa da Taça Brasil em Londrina

Com 17 jogadores, elenco da Acae/Hinomoto/Semepp é composto por prudentinos e atletas de outras 2 cidades

JULHIA MARQUETI - Especial para O Imparcial • 07/07/2018 04:47:00

Treinos ocorrem 4 vezes por semana, com foco no campo, mas também na disciplina. Foto: Cedida/ Rodrigo Saito

A equipe infantil de beisebol Acae/Hinomoto/Semepp se prepara para encarar mais uma competição. Desta vez, ocorrendo em Londrina (PR), a 26ª edição da Taça Brasil aguarda receber 16 times para a as disputas deste sábado e domingo. Ao todo, 17 atletas viajam para representar Presidente Prudente no torneio, mas nem todos os jogadores são da cidade. Com um time formado por 13 integrantes, a equipe buscou mais quatro reforços de Dourados (MS) e um de Mirandópolis (SP) para compor o elenco.

Comandados por Rodrigo Saito, as crianças de 11 e 12 anos estão juntas há mais de um ano, mas a base, composta por quatro jogadores, é montada por atletas que iniciaram as primeiras categorias. “Temos aqueles que estão com a gente desde novinhos mesmo, mas outros chegaram não faz muito tempo. Então temos essa mescla de jogadores, alguns que já têm mais contato com o esporte e com as competições que outros”, afirma.

Por isso, Rodrigo confirma que a expectativa para a competição não é tão elevada, mas vão buscar se manter na sexta colocação, como ocorreu no início do ano. “Já participamos da Taça Yakult, com o mesmo elenco, e finalizamos na sexta colocação. Então queremos se manter entre os seis primeiros novamente”, destaca.

Com treinos toda terça, quinta, sexta e sábado, o foco não é apenas dentro de campo, mas também na disciplina dos jogadores, que estão na idade de desenvolvimento. “A gente trabalha muito na parte do respeito, da educação e da disciplina. Estão na fase de criar opiniões, mas têm que saber que não existem só as próprias conclusões, tem que saber lidar com o outro”, conta o treinador. Como forma de ensino, Rodrigo explica que as notas escolares definem quem viaja para competições e quem não. “Não é punição, mas eles têm que saber onde o foco deve estar e não é apenas no esporte, a educação é muito importante para o futuro deles em qualquer profissão”, afirma.

Mesmo já tendo viajado bastante para torneio, o treinador afirma que a ansiedade bate na porta de cada atleta, quando a competição vai chegando. “Acostumados eles já estão, mas sempre ficam ansiosos, querendo que chegue logo e que as partidas sejam boas. Todos são muito animados”, enfatiza.

 

 

 

 

 

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