Em ato, servidores reivindicam aumento salarial

Manifesto de ontem, em Regente Feijó, contou com passeata de funcionários públicos e entrega de ofício à Câmara Municipal

GABRIEL BUOSI - Da Redação • 06/02/2018 13:06:10

. Foto: Cedida/Marcos Fiorentino,Sindicato estimou que entre 40 e 50 servidores participaram do manifesto na tarde de ontem

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Regente Feijó realizou na tarde de ontem, em frente à Demec (Divisão Municipal de Educação Municipal), uma manifestação contra a falta de aumentos salariais aos funcionários da municipalidade e “omissão” do Executivo no pagamento do piso ao magistério. O ato terminou com a entrega de um ofício aos vereadores da Câmara Municipal, com o pedido de providências em favor dos servidores públicos. A reportagem procurou o prefeito Marco Antônio Pereira da Rocha (PSDB), para ouvir o outro lado, mas não obteve o retorno até o fechamento desta matéria.

Conforme o presidente do sindicato, Valdemir Alves da Silva, o manifesto foi pensado a partir de uma assembleia realizada no dia 2 de fevereiro, quando os profissionais da educação, professores de creche que trabalham por 40 horas semanais, pediram a convocação de todos os servidores na reunião de ontem que teve início às 17h15.

 

Foto: Cedida/Marcos Fiorentino, Servidores de Regente promoveram passeata e reivindicaram pagamento do piso ao magistério

 

Por meio de uma nota, o sindicato afirma que não foram pagos o piso do magistério de 2013, parte do valor referente a 2014, além de dizer que em 2017 não foi concedida a revisão aos servidores relativa aos anos de 2012, 2015, 2016 e 2017. “Cortar gastos não é, com certeza, a melhor forma de economizar, vamos juntos e de forma pacífica reivindicar o que nos pertence por direito”, esclarece o documento.

O grupo, que Valdemir estima entre 40 e 50 pessoas, saiu da Demec, que fica na Rua Martins Francisco, esquina com a Rua Brigadeiro, seguiu em passeata até o Ginásio Municipal de Esporte e encontrou vereadores na Câmara Municipal para a sessão ordinária que ocorreu às 20h. “O servidor precisa de apoio, por isso vamos entregar um ofício ao Legislativo para que providências sejam tomadas pela omissão do Executivo, bem como o não ajustamento do piso do magistério no ano passado e nem neste ano”, diz o presidente do sindicato.

O valor pago ajustado no primeiro dia deste ano, conforme Valdemir, deveria ser o de R$ 2.455,38, mas que os profissionais recebem cerca de R$ 250 a menos.

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