Cotidiano

Contexto Paulista

O Estado de São Paulo lidera a sétima edição do Ranking de Competitividade 2018 entre os 26 Estados brasileiros e o Distrito Federal, segundo levantamento que acaba de ser divulgado pelo CLP (Centro de Liderança Pública). O estudo foi elaborado em parceria com a consultoria Tendências e o grupo de pesquisa Economist Intelligence Unit, associado à publicação The Economist. O estudo traz as performances estaduais em 68 indicadores distribuídos entre os pilares de Sustentabilidade Ambiental, Capital Humano, Educação, Eficiência da Máquina Pública, Infraestrutura, Inovação, Potencial de Mercado, Solidez Fiscal, Segurança Pública e Sustentabilidade Social. Dos indicadores, 36 são comparados com dados internacionais dos 34 países membros da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Atualmente, 18 Estados, seis consultorias internacionais e três federações da indústria utilizam as referências do estudo. São estes, pela ordem, os dez primeiros Estados que lideram o quesito competitividade: São Paulo, Santa Catarina, Distrito Federal, Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Paraíba e Goiás.

Da Redação • 19/09/2018 05:00:00

São Paulo lidera ranking de

competitividade dos Estados

O Estado de São Paulo lidera a sétima edição do Ranking de Competitividade 2018 entre os 26 Estados brasileiros e o Distrito Federal, segundo levantamento que acaba de ser divulgado pelo CLP (Centro de Liderança Pública). O estudo foi elaborado em parceria com a consultoria Tendências e o grupo de pesquisa Economist Intelligence Unit, associado à publicação The Economist. O estudo traz as performances estaduais em 68 indicadores distribuídos entre os pilares de Sustentabilidade Ambiental, Capital Humano, Educação, Eficiência da Máquina Pública, Infraestrutura, Inovação, Potencial de Mercado, Solidez Fiscal, Segurança Pública e Sustentabilidade Social. Dos indicadores, 36 são comparados com dados internacionais dos 34 países membros da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Atualmente, 18 Estados, seis consultorias internacionais e três federações da indústria utilizam as referências do estudo. São estes, pela ordem, os dez primeiros Estados que lideram o quesito competitividade: São Paulo, Santa Catarina, Distrito Federal, Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Paraíba e Goiás.

 

Destaque em gestão

Na prática, o ranking serve de atestado público a práticas de boa gestão entre os Estados, e é oferecido como balisador para investimentos e políticas públicas. Basicamente, são levados em conta critérios de inovação. Ao permanecer no topo do ranking, repetindo a conquista de anos anteriores, São Paulo ganhou novamente o Prêmio Excelência em Competitividade. Desta vez, o Estado ganhou o primeiro lugar em educação, inovação, infraestrutura e segurança pública, o segundo lugar em ambiente de mercado, e subiu nove pontos em solidez fiscal.

 

Escolha de prioridades

O Ranking de Competitividade dos Estados foi lançado em 2011 pelo CLP, em parceria com a B3 (Brasil, Bolsa, Balcão), Economist Intelligence Unit e Tendências Consultoria Integrada, como ferramenta para pautar a atuação de gestores públicos na melhoria da competitividade dos seus Estados. “A intenção do ranking é avaliar a administração pública, diagnosticar e eleger prioridades”, afirmam os organizadores. De tabela, auxilia o cidadão a entender “quais as questões mais urgentes em seus estados para escolher políticos que tenham boas propostas focadas nessas questões”. A intenção é que os governos estejam “mais alinhados e conscientes em relação aos seus desafios e possam utilizar essa ferramenta para eleger quais são suas prioridades”. O presidente do Conselho do CLP, Fábio Barbosa, afirma que o ranking ajuda os gestores a terem uma visão de seus Estados, estabelecendo prioridades diante de uma realidade de recursos limitados. “Para nossa satisfação os governadores têm olhado para esses dados com atenção”, diz ele.

 

Sustentatibilidade ambiental

Alterações ambientais causadas pela ação do homem constituem um pilar essencial para pautar ações de curto e longo prazo, segundo o estudo. Os principais indicadores nesse campo são as emissões de CO2; oferta de serviços municipais para coleta de materiais especiais e limpeza urbana; destinação adequada para o tipo de resíduo sólido e qualidade das unidades de destino em solo; e tratamento de esgoto.

 

Segurança no trânsito também

São Paulo também foi reconhecido pelo programa Movimento Paulista de Segurança no Trânsito, criado em 2015 e que reúne ações de 10 secretárias estaduais, federais e municipais, além da iniciativa privada e terceiro setor. Pautado nos cinco pilares propostos pela ONU (Gestão e Informação, Vias Mais Seguras, Veículos Mais Seguros, Usuários Mais Conscientes e Respostas Pós Acidentes), o programa gerou o InfoSiga, um banco de dados aberto ao público que atualiza mensalmente o número de óbitos no trânsito paulista. Desde que o programa foi criado o número de mortes nas ruas e rodovias do Estado vem caindo ano a ano. Mais de 100 municípios se engajaram no projeto.

 

Semana de prevenção

“Nós somos o trânsito” - este é o tema da Semana Nacional de Trânsito em 2018. A semana nacional é realizada desde 1997 com campanhas educativas para conscientizar a população sobre o papel de cada um na redução de acidentes. Este ano, o novo padrão das placas dos veículos ocupa o centro dos debates nos municípios.

 

Atenção redobrada

O Detran (Departamento de Trânsito) de São Paulo soltou alerta aos motoristas sobre os cuidados nas estradas com as pancadas de chuva previstas para todo o Estado nos próximos dias, em sintonia com a aproximação da primavera, estação mais chuvosa, e reforça dicas de condução segura em dias chuvosos. Entre outros itens, o órgão recomenda observar o estado do limpador de para-brisa e, ao dirigir, manter a postura de distância em relação ao outro veículo.

 

Saúde

A proporção de cesarianas ultrapassou a de partos normais no Brasil em 2009 e, desde então, não sofreu redução significativa. O país é hoje o líder mundial em partos cirúrgicos - 55,5% dos nascimentos. A maior parte das cesáreas é realizada antes do início do trabalho de parto e, portanto, antes de a criança estar “pronta para nascer”. O procedimento pode colocar em risco a saúde da mulher e da criança. É o que mostra o último número da revista Pesquisa, da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo)

Estilo do Site
  • Luz
  • Alto Contraste