Ainda que falte incentivo no esporte, atletas brilham em Lima

  • 15/08/2019 01:02

Medalhas e mais medalhas, individuais ou em equipes, douradas, prateadas e bronzeadas foram conquistadas nos Jogos Pan-Americanos em solo peruano, na cidade de Lima, encerrados no domingo. E a região precisa comemorar e aplaudir os atletas que estiveram compondo a delegação brasileira, e que segundo os noticiários teve o seu melhor desempenho em toda sua história na competição. Das 55 medalhas de ouro, uma está em Presidente Prudente, graças à atleta que, mesmo em meio a tantas dificuldades, vem se dedicando ano após ano há quase duas décadas: a carateca Valéria Kumizaki.

Também da região, o jóquei, cavaleiro João Paulo dos Santos foi recebido em carro aberto com festa por sua família, amigos, entre outros moradores de Martinópolis, ao trazer para casa um bronze que conquistou com outros três atletas a nota 69.029 no hipismo adestramento, ao grupo brasileiro a melhor colocação do Brasil no ranking e, principalmente, o passaporte direto para os Jogos Olímpicos, em Tóquio, no Japão, no ano que vem!

E a partir do dia 23 quem ama o esporte e torce para que mais empresas e as esferas governamentais prestem mais atenção no quanto o esporte é transformador de vidas, a emoção se torna ainda mais especial com a disputa dos Jogos Parapan-Americanos que, segundo o CPB (Comitê Paralímpico Brasileiro), uma delegação recorde representará o país com 512 integrantes, sendo 337 atletas.

E mais uma vez o nome de Presidente Prudente estará lá em Lima. E novamente prudentinos, brasileiros podem ver a bandeira do Brasil sendo içada se não no lugar mais alto do pódio, ao lado dele, com nossa multicampeã “cega”, Jerusa Geber dos Santos (atletismo), 37 anos, ao seu lado, o guia/atleta Gabriel Aparecido dos Santos Garcia, e Rogério Júnior Xavier de Oliveira, que estará competindo no parabadminton - simples, SL4. Vale a torcida por nossos atletas!

Temos aqui apenas alguns nomes que se dedicam horas e horas para ver você, seu amigo, seu conhecido, o rico, o pobre, vibrando com suas conquistas. Vale ou não a pena a torcida, hein? Parabéns atletas e paratletas que, na maioria das vezes, com pouco ou nenhum incentivo, não desistem, mas sim persistem.