É importante buscar “se mexer” em prol da própria saúde

  • 05/02/2020 04:44

“Esporte transforma vidas”. Esta frase parece clichê, porém, exemplos de transformações por causa do esporte, podem ser encontrados facilmente. Seja de pessoas que saíram de uma depressão após começarem a se dedicar para alguma modalidade, que deixaram as drogas por influência de algum esportista ou de quem encontrou ali, uma saída e um novo rumo de vida após um acidente que deixou sequelas.

Fora isso, há quem encontre neste universo encantador do esporte, momentos de lazer e descanso. Um tempo para tirar o estresse do dia a dia. Há outros que encontram ali o sinônimo de superação e disputa, e entram em busca de medalhas e vitórias. Enfim, são muitas as histórias que podem ser encontradas. Basta procurar ao redor.

O que também se vê, atualmente, são pessoas em busca de qualidade de vida. Que querem um esporte para se exercitar e terem energias renovadas, exames em ordem. As prefeituras das cidades oferecem algumas aulas de forma gratuita. E a procura é sempre intensa por estas vagas, que são limitadas.

A Prefeitura de Presidente Prudente, conforme matéria veiculada nesta edição, se surpreendeu coma intensa procura pelas aulas de natação. As vagas foram preenchidas de maneira tão rápida, que uma significativa lista de espera foi aberta. Conforme a matéria, a previsão era de que as novas matrículas fossem realizadas até esta sexta-feira, porém, com a surpreendente procura por vagas, as inscrições tiveram de ser encerradas antes da data prevista.

Além das cerca de 300 rematrículas já realizadas no fim de janeiro, foram abertas 310 vagas novas para as escolinhas de Natação, número máximo permitido para a quantidade de turmas e professores disponíveis para a modalidade.  Todas as vagas foram preenchidas na manhã de ontem. Aqueles que procuraram o PUM (Parque de Uso Múltiplo) e não conseguiram as vagas imediatas, foram incluídos na lista de espera.

Este cenário, mesmo triste pelo fato de ser impossível atender a todos, é importante. Pois, mostra que há uma preocupação e “interesse em mexer o corpo”. As pessoas têm se preocupado em sair da zona de desconforto. E isso é bom.