Ano eleitoral: momento de avaliação

  • 14/01/2020 02:55
  • DA REDAÇÃO

Chegou o ano eleitoral. E, assim, possíveis nomes começam a ganhar força nas rodas de conversa e na imprensa. Mais uma vez, é um momento importante e que todos os cidadãos de bem já devem começar a analisar o currículo de cada nome pleiteado aos cargos públicos.

É essencial que tudo seja colocado na balança e que haja, de fato, uma avaliação de cada possível nome. É preciso conhecer também o que sua cidade precisa, em qual ponto está mais sensível e precisando de uma atenção especial. O povo precisa ter ciência da demanda de onde mora para saber onde e quando reivindicar.

O mundo vive em um processo de mudança, em diversos aspectos. A população exige tais modificações. Ninguém fica mais de braços cruzados e não há como tapar o sol com a peneira mais. As redes sociais, quando bem utilizadas, ajudam – e muito – para dar voz a quem acha que não tem. Muitas coisas não ficam mais às escuras, pois, a internet tem um poder de comunicação absurdo.

Porém, vale ressaltar, que é um tempo também em que muitas fake news passam a ganhar um espaço que não deveria. A informação correta e de credibilidade deve ser a premissa de qualquer conclusão. Não se pode acreditar em tudo que vê e lê. É preciso apuração e ter boas e confiáveis fontes.

Não deixe para o último dia para resolver quem terá a honra de receber seu voto, que é algo tão valioso e precioso. Não é apenas só “mais um” em meio a tantos. Não seja daqueles eleitores que sorteiam o número que vão digitar ou que pegam o primeiro “santinho” que veem jogado na rua.

Já que o mundo passa por tantas transformações, seja você o exemplo e faça tudo para apostar no nome que você realmente considerar o melhor.

O ano começou. E, por mais que ainda faltem alguns meses para a eleição, o tempo passa rápido demais e as coisas não param de acontecer. Logo, o dia 4 de outubro dá o ar da graça e o novo cenário político de todas as cidades é definido. Que todos tenham consciência da importância do pleito e de sua consequência por quatro anos.