Vamos jogar bola?

Papai Educa • 15/07/2018 05:50:00

. Foto: Arquivo Pessoal

Não posso dizer que nunca fui fã de futebol. Na infância eu me arriscava nas peladas nas ruas de terra do bairro em que morava. A trave, muitas vezes, era o par de chinelos que usava e que normalmente eu me esquecia de trazer de volta para casa. Na medida em que fui crescendo, a minha falta de habilidade com a bola nos pés me afastou dele. Eu sempre era um dos últimos a ser escolhido para a equipe. Mesmo assim estava ali. Acho que adotei um time em certo momento da vida porque todo mundo tinha também... Nem na TV eu acompanho. Mas na Copa! Ah, a Copa! Esta é a primeira que meu primogênito comemorou buscando entender o que se passa dentro e fora do campo de futebol. Experimentou toda emoção que motiva a torcida, que torna o futebol o esporte favorito da maioria dos brasileiros.

De olho na Copa

No primeiro jogo do Brasil contra a Suíça, o gol de Felipe Coutinho fez seus olhos brilharem diante da comemoração em família. Não consegui prestar atenção em mais nada naquele momento, mas somente na sua reação de alegria motivada por esta paixão. E um pouco disso ele já experimenta, na escolinha de futebol, com as regras do esporte de maneira lúdica e divertida, além de ações de liderança, trabalho em equipe, coletividade... Em plena comemoração, é preciso levar em consideração que o futebol é o esporte favorito da maioria dos brasileiros e está presente nos quatro cantos desse país. Considerado referência de lazer, se apresenta como um fenômeno social, criador de um sentimento de orgulho e também com um forte apelo educativo.

Quem entende

Se ensinado de forma correta, o futebol pode formar na pessoa, desde criança, conceitos fundamentais de que é preciso ser honesto de que, nem sempre, é possível ser vitorioso, de que é importante respeitar as regras, entende-las e com isso desenvolver uma identidade mais ética e solidária. “Vamos jogar futebol”, da Editora Ciranda Cultural, é uma obra que explora o potencial educativo da prática. “A cultura do futebol tem muitos vícios, como o uso constante de palavrão e o xingamento ao árbitro, independente se ele erra ou acerta, e as crianças são “esponjinhas” que absorvem tudo! Tanto coisas boas, quanto ruins. O principal objetivo do livro é introduzir o pequeno leitor no mundo do futebol, e fazer com que ele entenda os limites e as regras”, explica a autora e ex-bandeirinha, Fernanda Colombo.

Regras

Com instruções claras, o livro aborda os aspectos de cada regra de um jeito divertido. A apresentação do campo, do que é feita a bola, os equipamentos utilizados na partida, a função do árbitro, o que é uma falta, um impedimento, são alguns dos assuntos abordados. A obra leva à reflexão de como a ética deve estar presente em todo o contexto de uma partida para que ela seja saudável e vibrante, afinal, o futebol é um esporte que une pessoas e proporciona alegria e emoção em todo o mundo.

 

Divulgação

Ficha técnica

Editora: Ciranda Cultural
Autora: Fernanda Colombo
Pág: 32
Preço: R$ 29,90

O cocô amigo

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Eu já falei dele aqui e, agora, venho contar que a autora de “O cocô amigo”, a cartunista Mauren Veras (Instagram @maurenveras) já iniciou a campanha de financiamento coletivo para publicar o livro: www.catarse.me/ococoamigo. A ideia, segundo ela, é fazer uma edição “lindona, muito mais legal que a divulgada no começo do ano nas redes e que ajudou muita criança a largar a fraldinha”. Há cotas de apoio para todos os tamanhos de bolso e até uma específica para empresas. Além do livro, as cotas contemplam recompensas divertidas. Se o projeto não atingir a meta, o dinheiro é devolvido integralmente! A previsão de entrega é novembro, perfeito para as famílias que já estão de olho no verão para desfraldarem os pequenos. 

Como surgiu

Ela criou a obra para ajudar o filho no processo de desfralde. A viralização foi tamanha que uma versão para meninas também foi produzida e a autora já articulava a possibilidade da publicação impressa. Ele pode ser uma alternativa, caso o desfralde ocorra de forma mais delicada para os pais, uma vez que o processo nunca é igual a nenhuma criança.

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