Massas Recheadas

 22/05/2017 13:16:02

Ponha literalmente a mão na massa e aprenda a fazê-la em casa. Para começar, este delicado canelone, de massa finíssima e saboroso recheio.

 

Para o Recheio: 2 maços médios de espinafre, 4 colheres (sopa) de azeite, 1 colher (chá) de noz moscada, sal e pimenta do reino a gosto, 200g de ricota passada na peneira. Lave bem as folhas de espinafre. Coloque numa panela sem água, tampe e leve ao fogo médio por uns 10 minutos ou até as folhas murcharem. Deixe esfriar. Aperte bem, escorra e pique. Refogue no azeite, junto com a noz moscada, sal e pimenta. Acrescente a ricota e misture. Retire do fogo e reserve.

Para o Molho: 2 dentes de alho amassados, 2 cebolas picadas, 2 colheres (sopa) de azeite, 1 kg de tomates bem maduros, sem pele cortados em 4 gomos, 1 colher (sopa) de manjericão picado, 10 azeitonas pretas em tiras. Frite o alho e a cebola no azeite até começarem a dourar. Junte o tomate e o manjericão. Tampe a panela e, quando começar a ferver, abaixe o fogo. Cozinhe mexendo de vez em quando por 20 minutos. Acrescente as azeitonas e misture. Tempere com sal a gosto.

Para a Massa: 1 ½ xícara de farinha de trigo, 2 ovos. Coloque a farinha numa superfície lisa. Faça uma depressão no centro e aí acrescente o ovo. Com um garfo faça movimentos circulares, de dentro para fora, até misturar. Amasse bem com as mãos, faça uma bola e embrulhe. Deixe descansar 15 minutos. Divida a massa em porções e abra numa espessura fina. Corte em pedaços de 12x14cm. Cozinhe 2 pedaços de cada vez, em água fervente temperada com sal, por uns 3 minutos ou até que fique cozida “al dente”. Retire com uma escumadeira e coloque numa assadeira com água fria.

Montagem do Prato: Sobre cada pedaço de massa, coloque 1 ½ colher (sopa) do recheio. Enrole e coloque num refratário untado com azeite. Por cima, espalhe o molho de tomate e polvilhe com o queijo ralado. Leve ao forno quente (200ºC), pré-aquecido per uns 10 minutos ou até ficar bem quente.

Delícia Às Pencas!

Na época do descobrimento, havia um único tipo de banana no Brasil, uma espécie nativa que os índios comiam assada. Com os colonizadores, outras variedades foram sendo trazidas e se espalharam por todo o território nacional: ela ganhou status de “fruta tipicamente brasileira” e hoje somos grandes produtores, consumidores e fãs da banana.

Nativa do sudoeste da Ásia, a banana se adaptou ao nosso clima, de norte a sul. Custa pouco, dá o ano inteiro, altamente versátil e nutritiva, ela é a fruta de mesa mais comercializada no Brasil.

Alimenta e faz crescer

A banana é valiosíssima do ponto de vista nutricional. Um único fruto supre ¼ da dose diária de vitamina C. Os minerais – cálcio, fósforo, ferro e potássio – e as vitaminas do complexo B presentes também garantem o bom funcionamento dos sistemas cardiovascular, nervoso e circulatório. A grande quantidade de potássio, sódio, magnésio ajuda a diminuir dores musculares e câimbras, sendo muito recomendada para gestantes e atletas.

Por outro lado, por ser uma fruta rica em açúcares e pobre em fibras, deve ser consumida com moderação, por diabéticos e obesos.

No estômago, as fibras solúveis se ligam à água, formando uma espécie de gel. Ou seja, você fica com a barriga cheia por mais tempo. Já o amido dessa fruta começa a ser digerido na boca, poupando o estômago do excesso de acidez. É por isso que ela é tiro e queda contra gastrite e úlceras. Quem tem prisão de ventre, deve evitar as variedades ouro, maçã e prata.

Seu valor calórico varia de 80 a 120 calorias por 100g.

Variedades

Banana-maçã: Boa fonte de vitamina C e fibras solúveis. Consome-se sempre crua e costuma ser um dos primeiros alimentos sólidos oferecidos aos bebês, devido à fácil digestão e ao alto teor de açúcar.

Banana-nanica: Menos calórica do que as demais, ela está repleta de vitaminas antioxidantes, como a riboflavina, e de cálcio. Sua polpa é doce, macia e de aroma agradável. Pode ser consumida crua e em diversas preparações doces ou salgadas.

Banana-prata: Ela garante um bom aporte de cálcio ao organismo e também contém traços de vitamina C. A polpa é menos doce, se comparada à banana nanica. Consome-se crua ou cozida e, sendo mais consistente, resiste melhor à fritura.

Banana-da- terra: É a mais calórica, mas contém mais fibras e potássio do que as outras variedades. A polpa é muito firme, própria para receitas que pedem banana cozida, frita ou assada.

Nutrição

Alimentação Infantil

Quanto mais cedo se ensina a criança a se alimentar bem, melhor: maiores as chances dela se tornar um adolescente e um adulto saudável, com o organismo em dia e sem problemas de peso, colesterol, glicose, triglicerídeos, etc.

Convencer as crianças a comer direitinho não é uma tarefa fácil, principalmente num mundo repleto de deliciosos biscoitos, chocolates, balas, refrigerantes, salgadinhos, “fast-food” e outras guloseimas, que parecem ainda mais apetitosas diante da TV ou do computador. Missão impossível? Nada disso. As dicas a seguir, ajudam a desenvolver um estilo de vida mais saudável para toda a família, o que vai garantir saúde ao longo do crescimento e evitar problemas futuros, como a obesidade. Confira!

• Dê o exemplo: As crianças reproduzem os bons e os maus hábitos alimentares de seus pais. Daí a importância deles serem os primeiros a colocarem no prato os legumes e verduras frescas, carnes magras e frutas. O mesmo vale para as bebidas, evite tomar drinks alcoólicos na frente da garotada.

• Evite a gula: Sabe aquela mania que a mãe tem de querer que o filho raspe o prato? Em vez de incentivar a saúde, pode acabar fazendo com que a criança perca a noção de saciedade e tenha como limite sempre o que estiver no prato. Esta atitude e frases como: “Só mais uma colher!”, “Come mais um pouco pra mamãe ficar feliz!” devem ser evitadas. Respeite quando seu filho disser que está satisfeito.

• Controle os doces: São deliciosos, mas cheios de açúcar e gordura. Limite-os aos finais de semana, e nunca dê essas guloseimas como presente ou agrado para o seu filho.

• Aprimore o paladar: Diversifique o modo de preparo de alimentos simples, como legumes e verduras, acrescentando ervas e temperos saborosos. Varie também as receitas, preparando, por exemplo, um belo suflê de legumes ou sanduíches incrementados.

• Ensine a gostar da comida: Explique que o alimento é o combustível para brincar, crescer e ficar forte e inteligente. O visual do prato pode ajudar a despertar o interesse da criança: transforme a salada, por exemplo, em uma figura colorida.

• Acerte o tempo para comer: Estimule uma mastigação lenta e correta. Propicie um ambiente calmo e sadio para que façam a refeição com equilíbrio. Não ligue a TV na cozinha e nem deixe que seus filhos façam refeições na sala ou no quarto.

• Combine certas regras: Determine que as guloseimas não podem ser substitutas para a refeição, sem abrir exceções. Se a criança quer muito comer chocolate, diga que ela pode comer mas só depois do almoço, como sobremesa. Libere um dia – para que ela possa comprar o que quiser na cantina da escola.

• Evite a monotonia: Crianças enjoam logo de comer a mesma coisa. Então, não repita o mesmo cardápio no almoço e no jantar.

• Permita guloseimas, mas com critério: Não adianta proibir. Impedir que seu filho coma biscoitos, balas, chocolates, só produz raiva e frustração. Eduque-o a comer ocasionalmente estes alimentos.

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